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Confira o que vale checar na hora de trocar o óleo

Dezoito 23/06/2016

Confira o que vale checar na hora de trocar o óleo
Os apaixonados por carros têm o maior prazer em cuidar e manter seus veículos sempre bem conservados. Às vezes, porém, se esquecem de alguns itens básicos de manutenção, que podem acarretar diversos problemas mecânicos. Um dos mais comuns é verificado na troca de óleo que, se realizada de maneira inadequada, por exemplo, pode levar ao desgaste prematuro das peças do motor.
 
De acordo com o consultor técnico da Total Lubrificantes do Brasil – uma das quatro maiores companhias de petróleo, gás e energia do mundo –, Fábio Silva, o motorista precisa estar atento à data da substituição do óleo. “O lubrificante é crucial para qualquer veículo, leve ou pesado, pois cumpre diversas funções que garantem o bom funcionamento e desempenho do motor. Saber quando devem ser realizadas as trocas contribui preventivamente no desgaste, na oxidação e na corrosão de peças”, observa.   
 
O óleo também atua como um detergente ao eliminar as partículas contaminadas pela ação do tempo que, em contato com oxigênio e aquecidos com o calor do motor, acaba perdendo propriedades. A escolha certa do lubrificante é determinante para aumentar a vida útil e garantir a segurança do carro. Além disso, o óleo auxilia na redução de emissões de poluentes e dos custos com a manutenção.
 
Respeitar o intervalo de troca do produto é fundamental no processo de manutenção. “O fabricante do automóvel é que recomenda este período, mas normalmente varia entre a quilometragem rodada ou o tempo de utilização, o que atingir primeiro. Quando é determinada pela quilometragem, na maioria das vezes está relacionada com o tipo de condução do motorista e o local de utilização, ou seja, se é ‘severa/leve’ ou ‘cidade/estrada’. Já quando o veículo não atinge a quilometragem estipulada pelo fabricante, e chegou ao tempo máximo de uso, é recomendado verificar o Manual do Proprietário para conferir as recomendações do veículo”, explica Silva.
 
Existem, basicamente, três tipos de lubrificantes. O sintético, que tem um custo mais elevado, e é destinado aos veículos mais novos por terem maior estabilidade térmica, menor volatilidade e maior eficiência no momento da partida, características importantes para os motores da geração “Downsizing”. O tipo mineral, com origem do refino do petróleo, que possui maior sensibilidade as variações térmicas e menor capacidade de operação em baixas temperaturas em comparação aos óleos sintéticos. E o semissintético, composto por uma fração superior a 10% de óleo de base sintética a uma base mineral, e que apresenta boa relação custo x benefício atendendo, ao mesmo tempo, requisitos de desempenho que, em alguns casos, não são atendidos pelos óleos minerais.
 
Ainda segundo o consultor técnico da Total, Fábio Silva, para os automóveis mais modernos são requeridos os tipos sintéticos/semissintéticos. “Isso porque proporcionam melhor desempenho em relação aos minerais e maior resistência à oxidação, estabilidade térmica e menor volatilidade, permitindo manter suas características sob as diversas circunstâncias de utilização que um veículo pode ser submetido no uso diário. A boa prática, portanto, para manter uma vida útil e longa do motor de qualquer automóvel, é utilizar o óleo recomendado pela montadora e manter as trocas dentro dos prazos especificados”, garante.
 
Outra orientação específica diz respeito à duas características ‘básicas’ do lubrificante. Tanto a viscosidade quanto o pacote de aditivos do óleo precisam ser respeitados, pois informam como o produto irá se comportar nas diversas fases do motor (frio e em temperatura de utilização). É necessário, portanto, consultar o Manual do Proprietário para saber, por exemplo, qual é o grau de viscosidade recomendado para o modelo do seu veículo (SAE 0W-20, 5W-30, 10W-40, 20W-50 etc).
 
O grau SAE de viscosidade mostra a referência da viscosidade em função da temperatura, sendo o primeiro número seguido do “W” (Winter) indicando a temperatura de partida a frio e o número seguinte como referência de viscosidade para temperatura de operação. Em resumo, quanto menor a numeração da viscosidade, menor ela será e, consequentemente, menor será a resistência do óleo para lubrificar o motor na partida. “Daí a importância de seguir a recomendação da montadora”, afirma Silva.
 
Em relação aos aditivos, que estão ligados ao nível de desempenho do lubrificante, o ideal é seguir as normas API (Instituto Americano de Petróleo) que o regulamenta, bem como as da ACEA, ILSAC ou JASO (comum em lubrificantes para motocicletas). É preciso, para isso, ter atenção com a embalagem do óleo lubrificante, já que todas essas informações constam nos rótulos assim como as homologações e recomendações.
 
Sobre a TOTAL
A TOTAL está entre as quatro maiores companhias de petróleo e gás do mundo, presente em mais de 130 países. Com uma equipe altamente capacitada, com mais de 96 mil colaboradores, as suas atividades abrangem toda a cadeia do petróleo, desde a exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás, até o refino, distribuição e comercialização internacional de petróleo bruto e produtos finais. A TOTAL também desempenha um papel importante na indústria química global.  A missão da TOTAL é trabalhar para ajudar a satisfazer a demanda global por energia, hoje e amanhã.
www.totalbr.com.br

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